Era frio. As folhas boiavam na água gelada. O branco caia e formava montes que lembravam montanhas, onde os audazes rezam e penduram bandeirinhas coloridas que bailam ao vento que vem de uma outra alma.
Dotado de uma leveza que só vista, o açúcar derretia na água fria, tal como uma melodia se desfaz na pele de uma bailarina que ontem enfeitamos de carmim.
António Magalhães
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