Dois copos. O tinto. A agressividade presente no olhar de cada um e a indiferença nas palavras que soltavam para fazer acontecer uma noite diferente das outras. Os dois pensavam assim.
Comentavam estranhos que passavam...
As horas não acabavam...
Apenas o vermelho sangue do vinho animava aquela mesa do bar que lhes era habitual.
Acabou-se o copo. E o tinto do copo.
E, começaram as horas:
- O Lugar é teu!
Afrânio Peixoto
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